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Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens » Fernando Pessoa «
31/05/26
30/05/26
Infelizes
Ai, se Passos Coelho fosse honesto!
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Se Passos Coelho tivesse começado por congelar as contas dos bandidos do seu partido, que afundaram o país, seria hoje um primeiro ministro que veio para ficar; Se Passos Coelho tivesse despedido, no primeiro dia da descoberta das falsas habilitações, o seu amigo Relvas, seria hoje um homem respeitado; Se Passos Coelho tivesse começado por tributar os grandes rendimentos dos tubarões, em vez de começar pela classe média baixa, hoje toda a gente lhe fazia uma vénia ao passar; Se Passos Coelho cumprisse o que prometeu, ou pelo menos tivesse explicado aos portugueses porque não o fez, era hoje um Homem com H grande. Se Passos Coelho, tirasse os subsídios aos políticos em vez de roubar os reformados, era hoje um homem de bem; Se Passos coelho reduzisse para valores decimais as fundações e os observatórios, era hoje um homem de palavra. Se Passos Coelho avançasse com uma Lei anticorrupção de verdade, doesse a quem doesse, com os tribunais a trabalharem preferencialmente nela, seria já hoje venerado como um Santo...etc. etc. etc.
Mas não!!!!
Passos Coelho é hoje visto como um mentiroso, um aldrabão, um "Yes Man" ao serviço de grandes empresas, da Sª Merkel, de Durão Barroso, de Cavaco Silva, manipulado a torto e a direito pelo maior vigarista das falsas habilitações, Miguel Relvas, é visto como um robot do outro robot sem alma e coração, o Srº Vitor Gaspar.
Joaquim Letria
Fonte: Aqui
22/05/26
Teatro A Casa Morreu
A habitação não anda direita, apesar de ser um direito. Há casas sem gente, há gente sem casa, há casas onde não cabe mais gente. A habitação-negócio é a negação da casa-lar. Morreram as casas como as conhecíamos. O que fazer perante isso? Colocar os dedos todos na ferida. Fazer doer ainda mais. Esta é a III edição de Diário de uma República, projecto de Teatro e Fotografia (2020 - 2030) da Amarelo Silvestre.
Diário de uma República (DR) é um olhar-ver artístico, através do teatro e da fotografia, atento ao que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal, entre 2020 e 2030. A este projecto da Amarelo Silvestre juntam-se os fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires. A I edição de DR, dedicada à Justiça, estreou em 2021, com residências de fotografia em 2020/2021. A II edição, dedicada ao Trabalho, estreou em 2023, com residências de fotografia em 2022/2023. A III edição estreia este ano, com residências de fotografia em 2024/2025, e é dedicada à Habitação.
Ficha artística e técnica:
Direcção Artística Fernando Giestas
Apoio Direcção Artística Rafaela Santos
Fotografia Augusto Brázio e Nelson d'Aires
Interpretação Daniel Teixeira Pinto, Fernando Giestas e Rafaela Santos
Apoio Movimento Pietro Romani
Apoio Voz Rafael Gomes
Cenografia Henrique Ralheta
Desenho Luz Guilherme Pompeu
Música José Pedro Pinto e Leonardo Outeiro
Operação Técnica Marlene Ramos
Operação Som Leonardo Patrício
Consultoria Artística Alex Cassal e Fernanda Eugénio
Equipa Amarelo Silvestre Marlene Ramos e Susana Figueira Henriques (Produção Executiva), Carla Ramos (Gestão), Cátia Veloso Marques (Mediação), Maria Inês Santos (Redes Sociais)
Produção Amarelo Silvestre
Co-Produção Cineteatro Louletano
Residências Artísticas Almada (Companhia de Teatro / Festival de Teatro), Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente), Covilhã (Quarta Parede), Loulé (Cineteatro Louletano), Nelas (As Casas do Visconde)
Colaboração Canto e Encanto
Agradecimento: Dual Borgstena Textile Portugal, DS Smith, Lda
Parceria As Casas do Visconde, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim, Junta de Freguesia de Canas de Senhorim
Parceria Media Antena 2
Apoio Câmara Municipal de Nelas e Direcção-Geral das Artes
Apoio Técnico Mafia - Federação Cultural de Coimbra
Fonte: Centro Cultural e Congressos - Caldas da Rainha
21/05/26
20/05/26
Diga 33 - Pedro Oom
Se fosse vivo, Pedro Oom completaria 100 anos no próximo dia 24 de junho. Dele se diz, meio a brincar, meio a sério, que morreu de felicidade a 26 de Abril de 1974. Estava com amigos, no Restaurante 13, a festejar a chegada da liberdade ao país.
A sua obra literária, poética e panfletária, ficou dispersa, dela se tendo feito uma reunião no volume Actuação Escrita 1, publicado pela & etc em 1980. Como tantos dos nossos surrealistas, Oom começou por estar ligado ao neo-realismo, mas acabou como inventor do abjeccionismo: «Que pode fazer um homem desesperado, quando o ar é um vómito e nós seres abjetos?»
Sobre ele e a sua obra nos vem falar Maria de Fátima Marinho (1954), Professora Emérita da Universidade do Porto, doutorada com tese sobre o Surrealismo em Portugal. Professora Catedrática da FLUP desde 2001, foi Diretora da Faculdade de 2010 a 2014, ano em que assumiu as funções de Vice-Reitora da UP, até 2018.
Em novembro de 2015, foi condecorada pelo Governo Francês com as insígnias de Officier de l’Ordre des Palmes Académiques. É autora de vários livros, de entre os quais se salientam: Herberto Helder, a Obra e o Homem (1982); O Surrealismo em Portugal (1987); A Poesia Portuguesa nos Meados do Século XX – Ruturas e continuidade (1989); O Romance Histórico em Portugal (1999); Um Poço sem Fundo – novas reflexões sobre literatura e história (2005); History and Myth – the presence of national myths in Portuguese Literature (2008); Camilo Castelo Branco e a atração dos abismos (2022). A sua actividade – que inclui ensaios publicados em inúmeras revistas – centra-se nos estudos dos séculos XIX – XXI: poesia, romance e romance histórico.
Programa elaborado por: Henrique Manuel Bento Fialho | Organização: Teatro da Rainha
Fonte: foto & texto, Centro Cultura e Congressos
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19/05/26
17/05/26
E. M. Forster



















