Vemos as sociedades hoje, vivendo sob ameaça constante de grupos que defendem e querem impor pela força as suas ideias, teorias e formas de vida, tentando por vezes sobrepor-se às leis e poderes legalmente constituídos.
Ao nível das nações, surgem com cada vez mais frequência, em diferentes partes do globo, provocações territoriais, com sucessivos atentados e invasões que são ameaças permanentes à paz, à segurança e à vida de pessoas e bens.
Florescem das disputas intercontinentais a desconfiança de governos e nações, perante o aumento dos orçamentos militares e a aposta em novos armamentos vultuosos, que colocam para segundo plano as necessidades básicas das populações mais carentes.
Parecem renascer os líderes e os poderes autocráticos, que conseguem catequisar as populações descontentes com promessas sociais e económicas, cujos objetivos são pouco razoáveis e até inexequíveis nos tempos atuais.
As estatísticas mundiais continuam a confirmar o aumento das doenças do foro psicológico, agravando os orçamentos dos governos para gastos em medicamentos jamais imaginados.
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- Eugénio Marques -
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